SOH
É um indicador de saúde/capacidade estimada da bateria. Faz mais sentido quando comparado com quilometragem, idade, autonomia e comportamento das células.
Avaliação técnica da bateria de tração do Nissan LEAF com leitura de SOH, comportamento das células, temperatura, DTCs, dados da LBC/BMS, autonomia e histórico do veículo. O objetivo é medir antes de condenar o pack.

A Nissan informa que a capacidade de armazenar carga da bateria de íons de lítio diminui gradualmente com idade e uso, reduzindo a autonomia em relação ao veículo novo. A própria fabricante também relaciona a vida útil a fatores como condução, armazenamento, forma de carga e temperatura da bateria.
É um indicador de saúde/capacidade estimada da bateria. Faz mais sentido quando comparado com quilometragem, idade, autonomia e comportamento das células.
Uma célula ou grupo que se afasta das demais principalmente sob carga pode indicar desequilíbrio ou degradação localizada que merece investigação.
Clima, velocidade, pneus, relevo, climatização e estilo de condução alteram o alcance. A autonomia sozinha não fecha diagnóstico de bateria.
Queda progressiva pode acompanhar o envelhecimento da bateria; queda abrupta ou comportamento irregular merece investigação mais detalhada.
Variações atípicas de SOC durante aceleração, subida ou baixa carga podem revelar comportamento desigual entre células ou limitações do pack.
Códigos armazenados na LBC/BMS e outros módulos ajudam a separar falha da bateria de problemas de sensores, alimentação ou outros componentes.
Ano, versão, quilometragem, autonomia atual, rotina de carga e condição em que o problema aparece.
DTCs, SOH, SOC, tensões, temperaturas e dados disponíveis da LBC/BMS e demais módulos.
Observação das células e do pack durante carga, descarga e condições controladas de uso quando aplicável.
Orientação com base em evidência: continuar em uso, aprofundar testes, reparar ou substituir somente quando necessário.

Em 2008, a Nissan desenvolveu um Cube EV test car baseado no Cube Z11 para testar especificações da bateria de íons de lítio que seria usada no futuro LEAF. A própria Nissan o descreve como veículo experimental de desenvolvimento antecipado do LEAF.
Isso não significa que o Nissan Cube convencional vendido ao público fosse um LEAF ou um elétrico de produção. Aqui o Cube entra como parte da história técnica que levou ao LEAF de produção lançado em 2010.
Não automaticamente. O SOH deve ser interpretado junto com autonomia, comportamento das células, DTCs, temperatura e necessidade real do proprietário.
O scanner permite comparar tensões e outros dados. Em alguns casos a diferença fica mais evidente sob carga ou descarga, por isso uma fotografia em repouso pode não contar toda a história.
Sim. A avaliação ajuda a conhecer a condição da bateria e identificar sinais que merecem investigação antes da compra.
Não nessa configuração. O Cube EV citado nesta página foi um veículo experimental de 2008 usado pela Nissan no desenvolvimento antecipado do LEAF.
Envie ano, versão, quilometragem, autonomia atual e, se possível, foto do painel pelo WhatsApp.